A dica mais importante e fundamental para você não ter dor de cabeça
em sua viagem é fazer, regularmente, a manutenção preventiva do veículo.
Na hora de pegar a estrada, o ideal é que o motorista tome algumas
precauções para evitar que eventuais contratempos possam interferir na
tranquilidade da viagem.
Segundo o coordenador de manutenção da Transbahia em Jequié, Floriano Peixoto Costa, a manutenção deve ser preventiva e uma checagem simples, que
não leva mais que 15 minutos um dia antes da viagem, pode evitar
problemas. “Se o caminhoneiro já tem o hábito de fazer as revisões
recomendadas pelo fabricante, a checagem simples antes de cada jornada é
rápida e garante uma viagem tranquila”.
Segundo o coordenador de manutenção da Transbahia em Jequié, Floriano Peixoto Costa, a manutenção deve ser preventiva e uma checagem simples, que
não leva mais que 15 minutos um dia antes da viagem, pode evitar
problemas. “Se o caminhoneiro já tem o hábito de fazer as revisões
recomendadas pelo fabricante, a checagem simples antes de cada jornada é
rápida e garante uma viagem tranquila”.
O prazo da manutenção tanto para carretas como cavalos é diferente.
No caso do veículo, cada fabricante especifica a quilometragem para
revisão, ao passo que, no caso da carreta é aconselhável que seja feita
uma revisão completa (sistema de freios, suspensão, pino-rei, sistema
elétrico, sistema de ar) a cada retorno de viagem. Mas o coordenador
alerta que em ambos os casos não é indicado efetuar a revisão horas
antes da viagem. “Faça a checagem com um dia inteiro de antecedência
para, caso necessário, ter tempo para providenciar qualquer reparo”, recomenda Floriano.
Elencamos os itens mais importantes para o motorista garantir que o percurso seja seguro e evitar problemas de última hora.
1- Verificar a documentação, tais como nota fiscal da carga,
habilitação do condutor, documento do veículo, motorista e carga;
2- Para evitar acidentes, sempre checar freios (cavalo e carreta)
cuícas (elemento do sistema de freio especificamente da carreta)
mangueiras, óleo de freio e flexíveis;
3- Conferir suspensão (molas, feixe de molas), observar se não
existe nenhuma mola fora do feixe, se a mola ou o feixe estão quebrados.
Apenas olhando é possível checar a suspensão.
4- Constatar se estão em dia a quinta-roda, pino-rei e o gavião
(equipamento que trava o pino-rei na quinta-roda). Caso um deles não
funcione, a carreta pode se desengatar do “cavalo” e causar um desastre;
5- Checar a carga da bateria (não é possível o motorista realizar
esta tarefa sozinho), bem
como todo o sistema elétrico, testando manualmente todas as luzes
(freio, painel, ré, posição e direção) tanto do “cavalo” como carreta;
6- Verificar se os pneus estão alinhados e calibrados – inclusive o
pneu-socorro (ou estepe). Verificação visual se o pneu não apresenta
bolhas de ar, se estão tortos, desgastados. A melhor dica caso esteja
com algum problema é mandar o veículo para alinhar em empresas
especializadas em alinhamento e balanceamento;
7- Verificar luzes, incluindo faróis, lanternas, indicadores de
direção (pisca-pisca), pois é a única comunicação com os demais
veículos, além disso, é necessário garantir boa visibilidade em ambiente
noturno;
8- Averiguar óleo do motor;
9- A consistência e quantidade do óleo da direção hidráulica também devem ser verificadas para não enrijecer a direção;
10- Atentar-se para limpadores de para-brisas que não podem estar
ressecados. Não existe nenhum produto para umedecer, a solução é trocar a
peça;
11- Constatar se o sistema de rastreamento está funcionando, caso
contrário poderá travar o veículo a qualquer momento. O mais
recomendável é o motorista solicitar ao técnico da empresa a verificação
do sistema;
12- Ter em mãos telefones importantes, como polícia, corpo de bombeiro, transportadora e destinatário.
PARA CARGAS
1 – Checar documentação necessária: ficha de emergência (onde constam as informações necessárias para atendimento das emergências, isolamento, EPIs) e o envelope de transporte, onde vai acondicionada a ficha de emergência e a nota fiscal, com os dados da transportadora;
2 – Em caso de transporte de produtos perigosos, conferir kit de emergência e EPIs (Equipamento de Proteção Individual).
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