quarta-feira, 27 de maio de 2009

Medicamentos genéricos completam uma década

Os medicamentos genéricos completam neste ano uma década de comercialização no Brasil. Os dez anos foram suficientes não apenas para eles se consolidarem no mercado, mas também para se tornarem cruciais para o setor farmacêutico.

Com o trunfo de custarem, no mínimo, 35% a menos do que os remédios de referência, os genéricos alcançaram, em abril, 18,6% do mercado farmacêutico do país. Mas as indústrias querem mais. Entre junho de 2007 a 2010, os investimentos previstos para o segmento chegarão a R$ 354 milhões.
Justificar Atualmente, quatro das dez maiores fabricantes farmacêuticas do Brasil produzem genéricos: SEM (1ª), Aché (3ª), Medley (4ª) e Eurofarma (6ª). Os medicamentos foram fundamentais para que pelo menos três delas chegasse à atual posição no ranking. Em 1999, quando os genéricos foram lançados, a EMS, ocupava a 29ª posição no ranking, a Medley, a 32ª, e a Eurofarma, a 28ª. A grande vantagem dos medicamentos genéricos é o preço. Por lei, ele tem que ser, obrigatoriamente, pelo menos 35% mais barato do que os de referência. No entanto, a Pró Genéricos alega que, na prática, eles chegam a ser, em média, 50% mais em conta.

Criação

Os genéricos são cópias de medicamentos inovadores cujas patentes já expiraram. No Brasil, a regulamentação deste tipo de medicamento ocorreu em 1999. Desde então, foram registradas 14.376 apresentações dos medicamentos, 2.609 registros e 337 princípios ativos. De acordo com o mercado, os genéricos já podem ser usados para o tratamento de 90% das principais doenças existentes.

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