
Gravem bem este rosto, pois o exame realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) do Paraná revelou nesta segunda-feira (18) que o deputado estadual Fernando Carli Filho (PSB), de 26 anos, estava sob efeito de álcool na madrugada de 7 de maio, quando provocou um acidente em Curitiba que matou Gilmar Yared, de 26 anos, estudante de psicologia e jornalismo, e Carlos Murilo de Almeida, de 20 anos.
De acordo com o resultado, havia 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue nas amostras coletadas do deputado após o acidente, sendo que o limite máximo permitido pela lei brasileira é de 2 decigramas. A quantidade de álcool no sangue de Carli Filho também supera a marca de 6 decigramas, que prevê pena de prisão de seis meses a três anos para quem for flagrado, mesmo que sem estar envolvido em um acidente.
Como mostra reportagem da edição de revista ÉPOCA desta semana, Carli Filho não foi submetido a exame de sangue para determinar se estava bêbado na hora do acidente, mas um relatório dos agentes que o socorreram diz que ele apresentava “hálito etílico”. Garçons do restaurante em que Carli Filho esteve minutos antes do acidente disseram que o deputado bebeu, sozinho, quatro garrafas de vinho.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR) informou que o exame cujo resultado foi divulgado nesta segunda-feira foi solicitado pela Delegacia de Delitos de Trânsito e que as amostras foram coletadas no Hospital Evangélico, em Curitiba. Segundo a Sesp-PR, o sangue foi coletado cerca de duas horas depois de Carli Filho ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente. A Assembléia Legislativa do Paraná deve analisar até a terça-feira o pedido de cassação do deputado por quebra de decoro parlamentar. O PSB também estuda o caso e pode expulsar o deputado. Carli Filho está internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
FOTOS
No alto, o deputado estadual Carli Filho. Abaixo, os amigos Carlos Murilo de Almeida (à esq.) e Gilmar Yared, mortos no acidente.
Fonte: http://revistaepoca.globo.com
De acordo com o resultado, havia 7,8 decigramas de álcool por litro de sangue nas amostras coletadas do deputado após o acidente, sendo que o limite máximo permitido pela lei brasileira é de 2 decigramas. A quantidade de álcool no sangue de Carli Filho também supera a marca de 6 decigramas, que prevê pena de prisão de seis meses a três anos para quem for flagrado, mesmo que sem estar envolvido em um acidente.
Como mostra reportagem da edição de revista ÉPOCA desta semana, Carli Filho não foi submetido a exame de sangue para determinar se estava bêbado na hora do acidente, mas um relatório dos agentes que o socorreram diz que ele apresentava “hálito etílico”. Garçons do restaurante em que Carli Filho esteve minutos antes do acidente disseram que o deputado bebeu, sozinho, quatro garrafas de vinho.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná (Sesp-PR) informou que o exame cujo resultado foi divulgado nesta segunda-feira foi solicitado pela Delegacia de Delitos de Trânsito e que as amostras foram coletadas no Hospital Evangélico, em Curitiba. Segundo a Sesp-PR, o sangue foi coletado cerca de duas horas depois de Carli Filho ter deixado o restaurante em que estava antes do acidente. A Assembléia Legislativa do Paraná deve analisar até a terça-feira o pedido de cassação do deputado por quebra de decoro parlamentar. O PSB também estuda o caso e pode expulsar o deputado. Carli Filho está internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo.
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No alto, o deputado estadual Carli Filho. Abaixo, os amigos Carlos Murilo de Almeida (à esq.) e Gilmar Yared, mortos no acidente.
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