A GM não conseguiu convencer os credores a converter US$ 27 bilhões em dívida por ações da companhia, com o que ficou cada vez mais perto de protagonizar a maior concordata (recuperação judicial) da história dos Estados Unidos. Os credores da GM tinham até a meia-noite de ontem (26), para respaldar a troca, promovida pela empresa e pelo Departamento do Tesouro para evitar a falência da montadora automobilística.O pessimismo sobre o futuro da GM aumentou nas últimas horas devido às claras mostras de que poderosos círculos políticos de Washington estão cada vez mais contrários aos planos do governo do presidente americano, Barack Obama, para a reestruturação do setor. Nos EUA, quando a empresa enfrenta esses problemas, ela pode recorrer à chamada lei de proteção à falência. No Brasil, o nome é recuperação judicial, que é a antiga concordata. A companhia ganha um tempo para tentar se reestruturar.
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